Estados Unidos: Serviços estão quase “paralisados”

Congresso Americano (DR)

Agências federais fechadas até que Congresso aprove acesso a fundos, é o chamado “shutdown”.

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É o resultado da falta de acordo no Congresso sobre a aprovação do Orçamento. O principal obstáculo tem sido o chamado “Obamacare”.

Pela primeira vez em 17 anos, as agências federais dos Estados Unidos receberam ordem para suspender as suas actividades não essenciais, devido à ausência de recursos. O encerramento obrigará a mandar, com licença sem vencimento,  para casa mais de 800.000 pessoas entre os 2,1 milhões de funcionários federais durante o tempo que se prolongue a escassez de fundos e poderá custar mais de mil milhões de dólares para os cofres públicos, segundo a Casa Branca.

Com o país a meio gás, os projectos de investigação médica, por exemplo, estão suspensos e os parques nacionais vão fechar as portas.

A emissão de dados económicos será interrompida,  embora se mantenham serviços básicos como correio, controlo de tráfego aéreo, emissão de cheques de pensões e a actividade de agentes policiais e de segurança.

Outra excepção importante são os militares, salvaguardados por uma lei assinada pelo Presidente norte-americano, uma hora antes da paragem do governo federal.

Em causa está um impasse no Congresso, onde os republicanos e democratas não se entendem na aprovação do orçamento, documento essencial para a continuidade em pleno das funções do governo federal.

Antes de conhecida a paragem, que começou à meia-noite (5h00 em Luanda), o Presidente Barack Obama acusou os republicanos de estarem a fabricar uma crise que vai afectar pessoas reais e a economia americana.

O impasse é prenúncio da próxima batalha política. Em meados do mês, regressa a discussão em torno do tecto da dívida, com Washington a ter de chegar a acordo para que o limite de endividamento aumente e, assim, evitar que entre em incumprimento no pagamento de algumas obrigações. (Portal de Angola / com Rádio Renascença e revista Visão)

 

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