Deficientes lamentam discriminação do mercado de trabalho

(Foto: picture-alliance / dpa)
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Luanda – Muitos foram os deficientes que lamentaram neste domingo, em Luanda, da descriminação por partes das empresas quando solicitam emprego.

O lamento foi feito pela classe, durante a realização do quadrangular de basquetebol para deficientes em cadeiras de rodas, em promoção do Afrobasket adaptado, Promovida pelo Grupo Leche Pascoal (distribuidora do Iogurte Pascoal em Angola).

Falando à Angop, a jovem estudante, Gisela Luísa dos Santos, de 19 anos de idade, deficiente do membro inferior esquerdo disse que procura o primeiro emprego, mas os empregadores não aceitam alegando que é deficiente.

A também deficiente dos membros inferiores, Margarida Francisco de 23 anos e mãe solteira de um filho de dois anos apelou os ministérios da administração pública, emprego e segurança social (MAPESS) e da assistência e reinserção social (MINARS) a fazer o cadastro das pessoas com deficiência no país para facilitar o seu acompanhamento e inserção no mercado de trabalho, tanto privado como público.

Da mesma opinião, Olindo Rubi Antonino e o técnico do misto Malanje, frisou que os governos provinciais e ministério dos antigos e combatentes e veterano de guerras deveriam fiscalizar como tem sido o apoio da pessoa como deficiência.

Angola, com objectivo de melhorar a quarta posição, vai organizar o Africano de Basquetebol em cadeiras de rodas que o país organiza pela primeira vez de 26 deste mês a 2 de Novembro. (portalangop.co.ao)

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