Defendida conjugação de esforço no combate ao abate indiscriminado de arvores

Desflorestamento preocupa autoridades no Amboim (Foto: Joaquina)

A necessidade da conjugação de esforços entre as diferentes instituições do Estado, as famílias e os madeireiros nas acções de combate ao abate indiscriminado de árvores no município do Amboim foi defendida, na cidade da Gabela, pelo chefe de secção da Agricultura, Pascoal Miranda.

Desflorestamento preocupa autoridades no Amboim (Foto: Joaquina)
Desflorestamento preocupa autoridades no Amboim (Foto: Joaquina)

Entrevistado pela Angop, a propósito do “actual estado do desflorestamento no município”, Pascoal Miranda fez saber que as acções educativas das populações, madeireiros e famílias camponesas requerem, sobretudo, o envolvimento das instituições do Estado, escolas, associações e organizações não-governamentais ligadas ao meio ambiente.
Explicou que a participação de todos é determinante no combate ao desflorestamento, que, no seu ponto de vista, está a atingir contornos alarmantes no município.

O chefe de secção da Agricultura lembrou que tal fenómeno está a afectar o ecossistema no município, visto que muitas áreas estão devastadas sem nenhum tipo de árvores.

O responsável referiu que em cada abate de uma árvore deveria ser reposta outra, para permitir que haja um ambiente sadio junto das populações.

Salientou que o seu sector e do Instituto de Desenvolvimento Florestal tem levado acabo campanha de sensibilização junto das populações e madeireiros, bem como a entrega de árvores para o repovoamento florestal.

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