Pai de estudante assassinado critica organização da Queima

Jacinto Correia, pai de Marlon foto PEDRO GRANADEIRO / GLOBAL IMAGENS

 Jacinto Correia, pai de Marlon  foto PEDRO GRANADEIRO / GLOBAL IMAGENS

Jacinto Correia, pai de Marlon
foto PEDRO GRANADEIRO / GLOBAL IMAGENS
Entre amigos do futebol, universitários, vizinhos ou simplesmente conhecidos da família, mais de 1500 pessoas passaram pelo velório do estudante da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto ontem no Pavilhão de Arcozelo, em Vila Nova de Gaia.

Um acontecimento em que os companheiros do clube, sob lágrimas a par da chuva, ergueram um cartaz em cima da urna para homenagear o jovem de 24 anos: “A atitude Marlon continuará a ajudar-nos a ganhar jogos. Até sempre amigo”.

Jacinto Correia, o pai, é que não se conforma com o que pensa ter-se verificado porque os assaltantes “entraram em pânico e dispararam”. Ainda assim, o ex-emigrante na Venezuela considera que a “falta de experiência” da organização criou condições para o assalto. “A organização falhou! Eu tinha alertado que era muito dinheiro. Era preciso outro cuidado, outra atenção. Eles são inexperientes e falharam!”, argumentou, à margem do velório.

O pai do estudante recorda-se de Marlon lhe ter dito, pela meia-noite do dia fatídico, que “mais 10 minutos” e iria embora. “Não veio nem nos 10 nem nos 15 minutos”. Teve o pressentimento de um “acidente” e, quando chegou ao local, ouviu falar de um “segurança morto”. Ler mais

(jn.pt)

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