Publicado em: Sáb, Mar 2nd, 2013

Manifestação. Prova de fogo em 40 cidades

manif-15-setembroEm mais de 40 cidades hoje é dia de sair à rua contra a política de austeridade da troika e do governo. Os organizadores esperam uma “gigante” mobilização, o governo compara com as anteriores e a polícia garante um dispositivo “necessário e adequado”. Mas poderá esta manifestação ser diferentes das anteriores? Desta vez o apoio implícito do PS, com alguns deputados a participarem, mostra que aruptura ultrapassou a fronteira da esquerda e está a chegar ao bloco central.

Sob o lema “Que se lixe a troika, o povo é quem mais ordena”, milhares de portugueses vão sair hoje à rua em protesto contra as medidas de austeridade. A manifestação que começa ao início da tarde promete uma jornada de “gritos” e de “indignação”, duas palavras que o primeiro-ministro acredita não resolverem a crise. Mas é delas que estes portugueses vão munidos. No governo o clima é de aparente tranquilidade e da polícia chega a certeza de que o dispositivo está preparado e será o “necessário e adequado”.

Certo é que independentemente da dimensão da manifestação ela não vai fazer cair o governo, nem fazer com que se altere a política, pelo menos significativamente. O protesto de hoje, porém, chega num momento especial: a troika está em Portugal a avaliar o cumprimento do Memorando de entendimento pela sétima vez e ainda não testemunhou ao vivo e a cores o descontentamento dos portugueses. E para evitar cenários mais pessimistas, hoje os técnicos da troika não trabalham.

“Esperamos uma grande manifestação, combativa. Mesmo que sejam só mil, que seja combativa e que se consiga pelo menos o objectivo de derrubar o governo”, diz ao i Tiago Mota Saraiva, do movimento Que Se Lixe a Troika. Para os organizadores, desde as anteriores iniciativas tem havido um “aprofundamento da mensagem política” que é agora mais “clara e objectiva”. Estão em causa dois propósitos: “Fazer frente à troika” e “fazer cair este governo, que é uma correia de transmissão da troika”, explica. Desta vez os organizadores acreditam que a mobilização vai ser ainda maior porque já chega a todos os quadrantes políticos, mesmo ao do actual governo: “Neste momento, o próprio governo não consegue controlar os seus militantes, vamos ter pessoas de várias correntes políticas, é transversal. O que prova que é a democracia que vai estar nas ruas.” Ler mais

(ionline.pt)

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