Passos. “Indignação por si só não é suficiente para constituir uma política de resposta à crise”

pc01Primeiro-ministro entrou na conferência do aniversário da TSF por uma porta lateral.
Passos Coelho afirmou hoje que a “indignação por si só não é suficiente para constituir uma política de resposta à crise”, garantindo que “o nosso futuro pós-troika terá tolerância zero para erros que enfrentámos na última década e que alguns querem repetir”.

“Não só ninguém se pode arrogar o monopólio da consternação perante as dificuldades e os sofrimentos das pessoas, como também a indignação por si só não é suficiente para constituir uma política de resposta à crise”, afirmou Pedro Passos Coelho.

O primeiro-ministro, que encerrou a conferência do 25º aniversário da TSF, referiu ainda que não se pode aceitar que “os sacrifícios sejam raptados por propostas impensáveis que não fazem contas ao futuro”. Para Passos Coelho, estamos a “atravessar um momento decisivo do nosso programa de ajustamento” que sem o financiamento garantido “terá riscos de más decisões elevadíssimos”.

Passos valorizou o “ímpeto reformista” do governo dando os exemplos da racionalização dos custos nas fundações, a reorganização de freguesias e a reforma do licenciamento industrial e ambiental que estará para breve. “A reforma do estado já se iniciou num novo folego reformista. Queremos um Estado mais ágil e preparado para fazer face às mudanças”, disse o primeiro-ministro.

Passos Coelho ouve “Grândola, Vila Morena” e insultos.

Cerca de 30 manifestantes cantaram hoje “Grândola, Vila Morena” ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, à saída desta conferência, em Lisboa. Ler mais

(ionline.pt)

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