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Ninguém ganha o Senado nem a Itália
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Ninguém ganha o Senado nem a Itália

753470O vencedor das eleições de domingo e segunda-feira em Itália é Beppe Grillo, o comediante que fundou o Movimento 5 Estrelas, no fim de 2009. Isoladamente, foi o partido mais votado na Câmara dos Deputados, com 25,5%, e foi o seu resultado no Senado que impediu a obtenção de qualquer maioria. A lei eleitoral italiana ajudou.

As duas câmaras do Parlamento italiano têm poderes semelhantes e qualquer governo precisa da aprovação de ambas para entrar em funções.

Coligado com o Esquerda, Ecologia e Liberdade e com outras pequenas formações, o centro-esquerda do Partido Democrático de Pier Luigi Bersani emerge como vencedor na câmara baixa, somando 29,5% dos votos, à frente da direita do Povo da Liberdade, de Silvio Berlusconi, e da Liga Norte, que juntos obtêm 29,1% na Câmara dos Deputados.

A lei eleitoral prevê prémios de maioria. Na Câmara dos Deputados uma diferença de um voto chega para o partido ou bloco mais votado ocupar 55% dos lugares, com 340 parlamentares. No Senado, esse prémio de maioria, os mesmos 55%, é atribuído região a região. E aqui, em vez de contribuir para produzir um vencedor, teve o efeito de impedir que qualquer bloco chegasse à maioria absoluta. Ler mais

(publico.pt)

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