Ministro do Interior enaltece profissionalismo dos efectivos da Polícia Nacional

0,aea37e2e-dc63-469b-977a-80d68e979562O ministro do Interior, Ângelo Veiga Tavares, enalteceu hoje (quinta-feira), em Luanda, o profissionalismo e dedicação demonstrados pelos efectivos da Polícia Nacional, a todos os níveis, nas missões a si atribuídas.

“Por inerência de condicionalismos próprios do mundo moderno e globalizado, imbuídos do mesmo espírito, nomeadamente, profissionalismo, dedicação e zelo, os seus efectivos do topo a base na cadeia de comando, tudo fazem para cumprir com os pressupostos institucionais deste importante órgão do Ministério do Interior”, refere o ministro numa mensagem de felicitações que a Angop teve acesso, alusiva às comemorações do 37º aniversário da PN, que se assinala hoje.

Segundo o governante, a Polícia Nacional deve continuar a trabalhar para que se transforme numa instituição moderna, com empenho e dedicação de todos, devendo, no exercício das suas funções, respeitar os direitos e dignidade humanas, sendo um atributo fundamental pelo qual se devem guiar os seus efectivos.

Com efeito, nota que aumentar a operatividade a fim de manter os níveis de segurança exigidos, deve constituir-se no maior desafio da corporação, “razão pela qual deve assumir uma postura tecnicamente moderna, consubstanciada no recurso a meios técnicos e operativos actuais e eficazes,(…)”.

Na mensagem, o titular da pasta do Interior refere ainda que a Polícia Nacional, surgida na áurea da proclamação da Independência nacional, ergueu-se e consolidou-se como importante órgão do novo Estado, resultado da necessidade de se preservar a ordem e a tranquilidade públicas.

Adianta que num período bastante conturbado da História angolana, atribuiu-se lugar especial a este órgão, o que lhe permitiu acompanhar a trajectória do país, adaptar-se a todas as intempéries e vicissitudes impostas pelo tempo tendo sabido, lado a lado com o povo, trilhar o tortuoso caminho das conquistas por si alcançadas.

O ministro considera ingente recordar os que apostaram na criação deste órgão e que emprestaram todo o seu saber para a concretização do que foi considerado um sonho, sem esquecer aqueles que, no cumprimento de sua missão, perderam a vida.

(portalangop.co.ao)

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