Ministro do interior admite haver fragilidade na Polícia de Investigação Criminal

jpgO ministro do interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares, admitiu hoje, na cidade do Kuito, Bié, haver fragilidade na instrução de processos crimes por parte dos especialistas da Polícia de Investigação Criminal.

Este sentimento foi manifesto à imprensa no final da visita de quatro dias que efectuou na província do Bié, com o objectivo de constatar o grau do funcionamento do sector.

O governante frisou que dos encontros mantidos com os responsáveis judiciais, chegou-se a conclusão de que existem debilidades por porte de alguns investigadores e instrutores processuais.

Este facto, segundo o ministro, não pode prevalecer para muito tempo, de forma a não prejudicar o normal funcionamento de outros órgãos judiciais vocacionados a tratar da situação dos reclusos.

Solicitou aos responsáveis do órgão no sentido de haver maior cuidado no domínio da formação do pessoal, assim como na selecção de quadros para o exercício das funções nesta especialidade.

Ângelo de Barros Viega Tavares mostrou-se preocupado com a demora dos recursos interpostos no tribunal supremo, acrescentando que este facto merecerá abordagem com as entidades de direito.

Durante a sua estada na província o ministro visitou as novas instalações da Direcção Provincial da Investigação Criminal (DPIC), que será inaugurada no próximo dia 28 de Fevereiro, dia consagrado as comemorações da Polícia Nacional.

(portalangop.co.ao)

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