Ministro da Saúde afirma que combate à cólera passa pela melhoria da distribuição de água pótavel e do saneamento básico

0,ccd458d2-ffda-4fbd-bcf6-1de67ffbc1a7O ministro da Saúde, José Van-Dúnem, afirmou ontem, segunda-feira, em Luanda, que o combate à cólera no país passa pela melhoria da oferta de água pótavel às populações e do saneamento básico do meio.

Falando à Angop à margem da reunião semanal da Comissão de Controlo da Cólera, o governante afirmou que enquanto a água a ser distribuida à população for insuficiente e haver amontoados de lixo nas comunidades, não se conseguirá eliminar a cólera.

A título de exemplo, apontou que há quatro anos atrás o Executivo distribuiu 500 cisternas para a distribuição de água nas comunidades mais carenciadas e orientou a construção de chafarizes, no âmbito de uma epidemia que assolava o país.

Acrescentou que o programa de construção de chafarizes não teve o sucesso que se pretendia porque não foram construídos em número suficiente, mas as cisternas foram distribuindo água e conseguiu-se, naquela altura, conter a propagação da cólera.

“Daí em diante, a população deixou de receber água pótavel suficiente, o que à leva a recorrer por lugares cujo líquido não apresenta boa qualidade para o consumo”, frisou.

A província de Luanda, que neste momento debate-se com um surto de cólera, que assola o bairro Zango, no município de Viana, está a receber um abastecimento que ronda os 50 porcento, o que obriga a população ao uso de água bruta ou tiradas em lugares pouco recomendáveis.

De acordo com o ministro, os problemas estão bem identificados o que precisa é que as coisas sejam bem cuidadas, referindo-se a situação que se vive em Luanda, Malanje e o Cunene que tem tido períodos de seca e também de muita chuva, estando propensa a cólera.

José Van-Dúnem sublinhou que o Ministério da Saúde tem técnicos nas comunidades, que distribuem o soro e ensinam o uso do soro caseiro para que aqueles que que não possam ir a um centro médico rapidamente usam em casa até receber atendimento médico.

“As mortes por cólera diminuiram, mas ainda há muito por fazer, pois Angola continua a liderar a lista de países da região”, disse o ministro, apelando a união de esforços para o combate da doença.

Do dia 31 de Dezembro de 2012 a 24 de Fevereiro deste ano, foram notificados em todo país 610 casos de cólera.

(portalangop.co.ao)

1 COMENTÁRIO

  1. ainda temos paciente com sintomas de coleira nos posto de saude,este recente ano,principalmente amalaria este ano esta intensa os lideres da saude ve se façam a distribuiçao de vario medicamento nos posto e centros medico publicas e privadas onde tem mais indece de padismo ou malaria

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