Ministro da Administração do Território reconhece que ainda há muito por se fazer no combate à pobreza

0,a8bc0ba3-5bf5-441f-a988-a0e1fccfb6d9O ministro angolano da Administração do Território, Bornito de Sousa, reconheceu ontem (sábado), na cidade do Wako-Kungo, província do Kwanza Sul, que apesar dos programas integrados de combate à pobreza estarem a dar resultados, muito ainda há por se fazer.

Falando no encerramento do quarto encontro nacional de balanço e planificação dos programas de combate à fome e pobreza, Bornito de Sousa considerou necessário desenvolver os municípios para que haja melhorias na qualidade de vida das populações, principalmente a do meio rural.

“A vida faz-se nos municípios, por isso cada administrador deve ser o impulsionador da sua localidade, apresentando programas que venham reflectir na vida das comunidades”, frisou.

Acrescentou que o combate à fome e a luta pela redução e erradicação da pobreza constituem um dos maiores desafios que se coloca ao Estado angolano, sendo este factor preponderante para construção de uma sociedade próspera e de justiça social.

Referiu que estes dois problemas estão a ser tratados no quadro da execução da política macroeconómica e no âmbito de uma descentralização administrativa mais forte e especificamente ligada aos locais onde se concentram os focos de pobreza.

Para tal, acrescentou, é preciso que o país atinja estabilidade total nos mais variados domínios que concorrem para o desenvolvimento socioeconómico.

Segundo o ministro, as administrações municipais devem promover a diversificação da economia, visto que o país não pode depender só do petróleo.

“Temos que aumentar a produção no campo, da agro-indústria e outros produtos que possam facilitar a arrecadação de receitas para os cofres do Estado”, disse Bornito de Sousa.

Participam no evento a ministra da Família e Promoção da Mulher, Filomena Delgado, ministro da Saúde, José Van-Dúnem, secretário de Estado da Saúde, José Masseca, secretária de Estado da Educação, Ana Paula Inês, da Agricultura, Amaro Tati, directores nacionais, vice-governadores para área económica, administradores municipais e directores do GEPE e convidados.

(portalangop.co.ao)

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