Estádio da Cidadela terá sistema de rega automático

0,fadf2d1a-fe2b-44ff-8b28-d4c040e9e711O estádio de futebol da Cidadela vai contar ainda este ano com um sistema de rega automático, além de outras melhorias no interior, afirmou esta sexta-feira à Angop, em Luanda, o director do Complexo Desportivo, Joaquim Cafuxi Muachimica.

Em entrevista após cerimónia de recepção das chaves do pavilhão anexo número dois, em reabilitação desde Maio de 2012 por construtora nacional, disse que serão igualmente realizados trabalhos de melhoria na sala anti-doping e nos balneários.

Acrescentou que agora o imóvel já vive sem os problemas anteriores em tempo de chuvas, devido à melhoria do sistema de drenagem, além do facto da equipa de trabalho do complexo contar com três moto-bombas para evacuação das águas.

Ainda assim, o responsável da maior infra-estrutura desportiva do país indicou que o Ministério da Juventude e Desportos (MJD) trabalha com uma empresa nacional especializada para limpar as zonas obstruídas ou criar uma nova rede de saneamento para a Cidadela.

“Neste momento, o MJD espera que lhe submetam o projecto de intervenção para início dos trabalhos”, frisou Muachimica, para quem o estádio está em perfeitas condições para albergar partidas nacionais e internacionais.

Indicou que mesmo com o sistema de rega manual o estado da relva permite a prática de futebol, reiterando que está para breve a mudança para o sistema automático.

Explicou que o Kabuscorp do Palanca terá a Cidadela como campo oficial durante o campeonato nacional de futebol da primeira divisão (Girabola) de 2013, à semelhança do ASA e Progresso Associação do Sambizanga.

Em 2002 foram colocados assentos individuais no campo de futebol, num projecto do Ministério da Juventude e Desportos, na altura liderado por Marcos Barriga, actual embaixador de Angola em Portugal.

O estádio tem o segundo anel interditado devido a fissuras nos pilares de sustentação, facto que reduziu a capacidade de 65 mil para 35 mil espectadores.

O anúncio de obras, bem como as actuais em curso nos três pavilhões, contraria posições anteriores que davam conta da possível demolição, por causa dos problemas na estrutura de sustentação, sistema deficiente de drenagem e a antiguidade do recinto, em desacordo com os novos modelos de construção dos estádios de futebol.

(portalangop.co.ao)

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