Seguros no país registam aumentos

O seguro de automóvel obrigatório é uma das modalidades que regista milhares de clientes em todas as províncias de Angola Fotografia: Jornal de Angola
O seguro de automóvel obrigatório é uma das modalidades que regista milhares de clientes em todas as províncias de Angola Fotografia: Jornal de Angola

As principais operadoras de seguros em Angola registaram, no exercício das suas actividades, um incrementos de 10,86 por cento entre 2007 e 2010.
O incremento, segundo o levantamento do Instituto de Supervisão de Seguros, realizado até Julho deste ano, provém do crescimento do volume geral de prémios, dos resultados, das provisões técnicos constituídas e do total de activos geridos, o que traduz o aumento da cultura de seguros em Angola e o dinamismo e sustentabilidade dos seus operadores.
O volume de prémios atingiu o total de 505.106 dólares e 37.891, em 2007, passando para 644.047 e 55.080, em 2008, e 800 mil, em 2010. A taxa de sinistralidade atingiu 23,75 por cento, em 2007, aumentou para 23,67 em 2008, e reduziu 23,61 por cento, em 2009.
A implementação da política de seguros obrigatórios massivos, nomeadamente o de acidentes de trabalho, doenças profissionais e do responsabilidade civil automóvel vem expresso no levantamento que vai propiciar a expansão da actividade seguradora a nível nacional, nos diferentes indicadores do desempenho.
Com relação à evolução dos fundos e pensões, a análise feita pelo Instituto de Supervisão de Seguros revela que a penetração do sector no Produto Interno Bruto (PIB) ainda é pouco significativa.
“Isto deve-se ao facto do PIB ser mais acelerado que os fundos de pensões”, refere o documento. Assim, o total do activo dos fundos registou, em 2007, um valor de 296,71 milhões de dólares nas diferentes rubricas, que evolui para 342,08 milhões de dólares em 2008, 361 milhões, em 2009, e 385 milhões, em 2010.
De acordo ainda com o documento do Instituto de Supervisão de Seguros, a dimensão do valor dos activos investidos mostra a capacidade do sector em libertar recursos que podem ajudar no crescimento e expansão de outras áreas do país.

 

Fonte: JA

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