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A Feira Projekta by Constrói Angola exibiu as potencialidades dos sectores da construção civil no âmbito do urbanismo e arquitectura
A Feira Projekta by Constrói Angola exibiu as potencialidades dos sectores da construção civil no âmbito do urbanismo e arquitectura

A empresa brasileira de construção civil Odebrecht arrebatou, na noite de sábado, o prémio de melhor participação na nona edição da “Projekta by Constrói Angola 2011”, que decorreu nas instalações da Filda, em Luanda.
A cerimónia de entrega de prémios, que marcou o encerramento da nona edição da feira de equipamentos e materiais de construção civil, obras públicas, urbanismo e arquitectura, distinguiu as empresas e países que mais se destacaram.A fábrica de cimento do Kwanza-Sul foi galardoada pela melhor participação em produtos nacionais, enquanto a empresa ACARL Angola venceu na categoria de construção civil e obras públicas. A empresa Cimianto Lucral foi premiada pela melhor participação em produtos e inovações, enquanto a Pinto e Leite venceu na categoria de melhor exibição em arquitectura e planeamento.
A Movi Cortes-Angola obteve o prémio de melhor exposição no sector das máquinas e equipamentos industriais, enquanto no sector de materiais de construção civil venceu a Civep Contravem-Angola.A empresa de projectos e consultoria de engenharia A400 arrebatou o prémio na área de engenharia e o troféu para a melhor participação no ramo de serviços de construção civil e obras públicas ficou com a empresa Pro Ngil.
Pela melhor presença internacional, a feira distinguiu a Associação Empresarial de Portugal (AEP), que garantiu a participação de 60 empresas lusas de vários ramos da construção civil.
A nona edição da feira contou com a participação de 372 expositores oriundos de Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, China, Brasil e a estreante Turquia.
O presidente do Conselho de Administração da Feira Internacional de Luanda, Matos Cardoso, pediu aos empresários que colaborem na criação de mecanismos que visem uma redução significativa dos preços das habitações que se situem acima dos 50 mil dólares norte-americanos. “As populações infelizmente não possuem condições para suportar os custos de uma habitação a preços acima de 50 e 80 mil dólares. Por isso, as empresas devem projectar casas sociais”, ressaltou. Segundo Matos Cardoso, a redução dos preços das habitações vai permitir o crescimento acelerado do mercado imobiliário e da economia nacional.
Por seu lado, o director da Arena Direct, Bruno Albernaz, disse que a feira, que no próximo ano completa dez anos, apoia a promoção de políticas sociais que estimulem o desenvolvimento económico sustentado e o incremento da qualidade de vida das populações.

“A introdução de um espaço dedicado ao planeamento, gestão urbanística e arquitectura contribui para a melhoria das condições dos centros habitacionais”, realçou.
A feira “Projekta by Constrói Angola” é organizada pela FIL em parceria com a empresa Arena Direct. Este ano, promoveu um ciclo de conferências com a Associação dos Empreiteiros de Construção Civil e Obras Públicas de Angola (AECCOPA).
Durante três dias foram debatidos os temas “Construção e desenvolvimento em Angola”, “Construção acelera crescimento da economia a retalho: um novo motor do sector da construção”, “Habitação – da necessidade à qualidade.”

 

Natacha Roberto

Fonte: Jornal de Angola

Fotografia: Dombele Bernardo

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