Pedro Passos Coelho em Angola

Primeiro-Ministro de Portugal Pedro Passos Coelho foi recebido à chegada pelo ministro das Relações Exteriores Georges Chikoti - Fotografia: Rogério Tuti

Primeiro-Ministro de Portugal Pedro Passos Coelho foi recebido à chegada pelo ministro das Relações Exteriores Georges Chikoti - Fotografia: Rogério Tuti
O Primeiro-Ministro português, Passos Coelho, que está desde ontem em Luanda, afirmou à sua chegada ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, que espera, com a sua visita, aprofundar e intensificar as relações entre Portugal e Angola.
Em breves declarações à imprensa, Passos Coelho começou por manifestar “a profunda emoção” que sentiu por estar em Luanda.
O Primeiro-Ministro português disse aos jornalistas que atribui uma “grande importância” à visita, apesar da sua curta duração, menos de 48 horas. O Primeiro-Ministro Passos Coelho afirmou que a sua primeira visita oficial a Angola é “oportunidade única” para preparar as bases de uma relação de “excelência e mais proximidade”, entre os cidadãos dos dois países, as empresas e também os Estados.
“ É isso que espero poder concretizar durante esta curta visita, que vai ser muito intensa e decisiva para o aprofundamento e a intensificação das relações entre Portugal e Angola”, afirmou Passos Coelho. O Primeiro-Ministro português acrescentou que Portugal tem uma relação de Estado muito próxima com Angola. Independentemente dos governos, frisou, o relacionamento com o estado angolano tem permanecido como prioridade da política externa portuguesa. Passos Coelho foi recebido à chegada pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti. O Primeiro-Ministro português vai hoje, de manhã, à Assembleia Nacional, onde é recebido por António Paulo Kassoma e depois visita as obras da nova sede do Parlamento angolano. Ao meio-dia, Passos Coelho tem um encontro com o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, seguido de uma conferência de imprensa conjunta, antes do almoço oficial, às 13.30 horas. O último ponto na agenda de Passos Coelho é um encontro com o líder da UNITA, Isaías Samakuva.

Fonte: JA

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