Mapess prevê gerar dez mil postos de trabalho em 2012

Ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, António Pitra Neto
Ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, António Pitra Neto

Luanda – O Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social (Mapess) prevê gerar dez mil postos de trabalho, em 2012, através do projecto Empreendedorismo na Comunidade.

A informação foi avançada hoje, em Luanda, pelo titular da pasta, António Pitra Neto, segundo o qual o programa do executivo para 2012 preconiza que a geração de emprego deve ter lugar essencialmente nos sectores primários, secundários e terciários da economia, na sequencia dos programas gizados desde 2008.

De acordo com o governante, que respondia as perguntas dos deputados da 5ª Comissão de Economia e Finanças, que discutia sobre as dotações orçamentais do OGE, no sector social, até 2002 era difícil as políticas públicas do governo centrarem os seus propósitos de geração de emprego a nível da economia.

Essa dificuldade, explicou, deveu-se ao facto de não se ter condições macro e micro económicas para dinamizar o que seria e o que era essencial para a geração de emprego.

Segundo Pitra Neto, a estabilidade macro económica, adopção de incentivos facilitadores em algumas áreas, a formação dos artigos laborais especializados e sobretudo a disponibilidade de recursos financeiros internos e externos, para que os projectos de investimento (são a alavanca fundamental para a geração de emprego) pudessem ter lugar era um dos problemas.

“Felizmente hoje o quadro é melhor e é assim que o executivo tem incidido, desde 2008, os seus esforços para que a geração de emprego se fizesse no sector primário, secundário e terciário da economia”, referiu.

Relativamente a 2012, adiantou, esta política vai continuar, devendo as atenções estarem viradas para os sectores da agricultura, pecuária, pesca e industrias transformadoras.

“Quero aqui referir que neste sentido um papel muito importante vai continuar a ser dado ao investimento público e ao investimento privado. Os esforços financeiros do estado, através do Orçamento Geral do Estado, são uma via e não podemos subestimar a via imprescindível da colaboração do investimento público e privado nacional e estrangeiro neste objectivo central para qualquer sociedade, qualquer economia que é a geração de emprego”, salientou.

Fonte: Angop

Foto: Angop

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