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Mais condições para professores
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Mais condições para professores

Ministro reconhece melhorias no sector - Foto: JA

Ministro reconhece melhorias no sector - Foto: JAO ministro da Educação, Pinda Simão, apontou ontem, em Luanda, a melhoria da condição social dos professores e a sua formação permanente como uma das principais apostas do ministério.
Pinda Simão, que falava à Angop no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, antes de embarcar para o Uíge, onde preside hoje ao acto central do Dia do Educador, disse que a questão salarial dos docentes conheceu melhorias substanciais nos últimos anos, se comparado com o que auferiam há dez ou 20 anos.
O ministro admitiu que, apesar de nos últimos anos se ter registado uma grande evolução em termos de infra-estruturas, existem ainda algumas insuficiências em termos de manuseamento de equipamentos laboratoriais, o que até certo ponto tem dificultado o desempenho dos professores.
O mais importante, disse, é que as coisas estão a evoluir para melhor, tendo salientado que estão já identificados os problemas e há disposição para ultrapassá-los, com a participação de todos e, particularmente, dos professores. Relativamente ao processo de acerto de categorias dos docentes, o titular da Educação reconheceu haver ainda alguma burocracia, pois carece de avaliação de vários sectores a nível provincial e central.
“Nós devíamos ajustar as categorias profissionais dos professores em função das habilitações literárias que foram adquirindo. Mas nem todos adquiriram ou apresentaram os documentos comprovativos ao mesmo tempo, o que foi um grande empecilho no início do processo”, justificou.

Pagamento de salários
O ministro Pinda Simão disse que recebeu uma comunicação do Ministério das Finanças que dá a conhecer que 36 mil processos já foram tratados, dos quais 21 mil já tinham uma efectivação em termos de pagamentos nas folhas de salários.
Referindo-se ao ano lectivo que agora termina, o ministro considerou-o bom, a fazer fé nas informações que lhe chegaram e que carecem de confirmação. Lamentou alguns episódios que marcaram o sector ao longo do ano, como o fenómeno dos desmaios que afectaram algumas províncias e escolas.
“A pressão psicológica afectou boa parte da comunidade estudantil. Temos ainda dois ou três casos preocupantes e aventa-se a hipótese de enviar essas crianças para o exterior do país para outras análises e um diagnóstico mais efectivo”, concluiu.

Fonte: JA

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