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Liga Árabe suspende a Síria e impõe sanções
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Liga Árabe suspende a Síria e impõe sanções

Reunião de urgência da Liga Árabe no Cairo em 12/11/2011. - REUTERS/Asmaa Waguih

A ministra da Energia e Águas, Emanuela Vieira Lopes, anunciou quinta-feira, no Lubango, que o Executivo vai investir 17 mil milhões de dólares até 2017 para implementar projectos de produção e transporte de energia.
Emanuela Vieira Lopes, que falava no final de uma visita que efectuou à barragem da Matala na Huíla, referiu que o valor será empregue de forma repartida pelos sectores de produção de energia, que vai absorver nove mil milhões de dólares, e de linhas de transporte, com oito mil milhões.
A ministra disse que beneficiam do referido montante projectos que estão a ser desenvolvidos nas regiões Centro e Norte, onde está em curso a construção de uma central eléctrica de ciclo combinado, com uma capacidade de 493 megawatts, e os aproveitamentos hidroeléctricos de grande porte no rio Kwanza, com aproximadamente três mil megawatts. Emanuela Vieira Lopes indicou igualmente os aproveitamentos hidroeléctricos de Caculo Cubassa (Malange) e a central hidroeléctrica de Cambambe e as suas respectivas redes.

Os desafios do sector da energia, segundo a ministra, passam pela execução do projecto hidroeléctrico do Lumaun, com 50 megawatts, do Luapasso, Luaximo e Chicapa II, cujos programas já estão aprovados. “Há regiões onde, pelas dificuldades de colocação da rede normal de energia, a prioridade é a implementação de projectos à base de energia foto voltaica, tal como nas províncias de Malange e Bié, cuja inauguração deve acontecer em breve”, assegurou.
A ministra apontou estas realizações como benefícios dos 36 anos de independência do país, pois permitiu a aprovação do programa de política de segurança energética, que prevê o aumento da capacidade de fornecimento a nível nacional, para além da interligação de sistemas de rede. Em relação à região Sul, destacou o projecto da barragem do Gove, em fase de conclusão, que vai abastecer as províncias do Huambo e Bié, e a elaboração de estudos de viabilidade da barragem de Bailes, com 600 megawatts, para servir Angola e a Namíbia.

Fonte: RFI

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