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Jean Ping adverte o líder da oposição por incitamento à violência eleitoral
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Jean Ping adverte o líder da oposição por incitamento à violência eleitoral

Líder da União para a Democracia e Progresso Social (em destaque) durante a campanha eleitoral para as presidenciais deste mês

O presidente da Comissão da União Africana, Jean Ping, advertiu quarta-feira o líder da oposição da República Democrática do Congo (RDC), Etienne Tshisekedi, de incitamento à violência e exortou-o a realizar uma campanha pacífica para as eleições legislativas e presidenciais de 28 de Novembro.
Jean Ping afirmou que as declarações atribuídas a Etienne Tshisekedi, o presidente da União para a Democracia e Progresso Social (UDPS), desafiam os órgãos constitucionais do país  e não são aceitáveis.
“Estas declarações são contrárias aos esforços envidados até agora pelo povo congolês e por toda a comunidade internacional para consolidar a paz e o reforço da democracia na RDC, para a devolução do poder do Estado pela única via das instituições eleitorais no respeito total da Constituição do país”, declarou Jean Ping, citado num comunicado.
Jean Ping reiterou a oposição da União Africana à mudança anticonstitucional de governo, sublinhando a necessidade para todos os agentes políticos de se apoiarem, em quaisquer circunstâncias, na vontade popular.
O presidente da Comissão Africana exortou igualmente todos os agentes políticos a demonstrar responsabilidade e moderação e instou os congoleses a manter um clima propício para as eleições pacíficas e a fazer da próxima consulta eleitoral um momento marcante e forte no desenvolvimento e na consolidação do processo democrático do seu país. O procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI) mostrou-se seriamente preocupado com a violência no país, a menos de três semanas das eleições.
Pascal Turla, que prestou esta  informação à agência, disse que o escritório do procurador insiste sobre o facto de não saber se haverá violência durante o processo eleitoral.  As autoridades congolesas pediram ao escritório do procurador do TPI para se deslocar à RDC durante o processo eleitoral.

 

Fonte: Jornal de Angola

Fotografia: AFP

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