Governante destaca incidência do Plano Nacional na economia

Vice-ministro do Planeamento, Pedro Luís
Vice-ministro do Planeamento, Pedro Luís

O vice-ministro do Planeamento, Pedro Luís, afirmou hoje (sexta-feira), em Luanda, que o Plano Nacional tem incidência na definição de políticas anual e plurianual, bem como no nível de desempenho de cada sector de actividade do país.
Em declarações à imprensa, a margem das comemorações do dia africano de estatística, a assinalar-se hoje, referiu que o Plano Nacional é susceptível de transmitir uma ideia muito próxima da realidade sobre o volume de receitas a serem arrecadadas nos diferentes ramos da actividade económica.
Possibilita também, prosseguiu Pedro Luís referindo-se ainda ao Plano Nacional, avaliar com maior exactidão a forma como as receitas são distribuídas pelas empresas, como por exemplo, as que são orientadas para as intervenções públicas de natureza social e as voltadas ao desenvolvimentos das infra-estruturas.
Para o vice-ministro do Planeamento, a ausência do Plano Nacional não permite as famílias, empresas e os países programar a aquisição de equipamentos para os investimentos, habitação para fornecer melhores condições de habitabilidade e de outros bens e serviços.
Sobre à repercussão que tem a produção de dados estatísticos regulares na elaboração de políticas públicas de desenvolvimento, o governante disse ser de grande alcance pelo facto das políticas públicas terem que obedecer as informações passadas pelos dados estatísticos.
Neste quadro, realçou que a repercussão da produção de dados estatísticos tem reflexos na administração do Estado e nos decisores públicos.
“É fundamental que se compreenda que a formulação de políticas públicas não deve ser feita na ausência de informação estatística, sobretudo, porque as decisões que se tomarem irão afectar a vida das famílias, empresas e do país”.

Quanto às deliberações das contas nacionais, disse que, a nível internacional, está a conhecer alterações profundas, tendo em vista a incorporação de investimentos decorrentes das exigências da diversificação da actividade económica.
Realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o seminário comemorativo do dia africano do sector decorre sob o lema “Manter as Contas Nacionais para Melhorar o Desempenho de África para um Futuro mais Seguro”.

 

Fonte: Angop

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