Executivo perspectiva taxa de crescimento de 12, 8 porcento em 2012

Carlos Lopes
Carlos Lopes

Luanda – O governo angolano prevê para 2012 uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na ordem de 12, 8 porcento nos dois sectores da economia – petrolífero e não petrolífero, afirmou, domingo, o ministro das Finanças, Carlos Lopes.

 

De acordo com Carlos Lopes, o crescimento será equilibrado nos dois sectores.”Está assegurado e é real, isto significa dizer que as quantidades a produzir no próximo ano vão representar um acréscimo de 12, 8 porcento em relação a 2011″.

 

O ministro que falava no programa Espaço Público da Televisão Pública de Angola referiu que a economia angolana tem progredido desde 2002 e manteve-se mais ou menos estável em 2005 com uma subida de 10, 4 porcento.

Em 2006/2007, continuou o ministro, foram os anos que de facto Angola registou um crescimento bastante acentuado e situou-se a volta dos 25,7 porcento.

 

Apesar de uma redução em 2008 para 15 porcento, a economia continuou a apresentar bons indicadores em 2009, 2010 e 2011.

 

“No entanto, e fruto do crescimento acentuado dos dois sectores- petrolífero e não petrolífero, esperamos que retomemos em 2012 taxas de crescimento na ordem dos dois dígitos”, frisou.

 

O ministro das Finanças afirmou que países com a estrutura económica de Angola precisam crescer a este nível, de forma vigorosa.

 

O crescimento económico, acrescentou, será sustentado pelos dois sectores. A área petrolífero vai retomar a produção que registou este ano, alguns campos serão recuperados e surgiram novos que vão dinamizar o sector.

 

Vai contribuir para este progresso económico a entrada em funcionamento do subsector do gás em 2012 , que, na óptica de Carlos Lopes, criará um figurino diferente do que se observou em 2011

 

 

Por outro lado, e fruto da execução do Programa de Investimentos Públicos, o sector não petrolífero também vai registar boas taxa de crescimento.

 

 

Em relação às vantagens do crescimento económico para a população, esclareceu ser preciso que o PIB cresça nesta dimensão para que, através disso, o Governo possa melhorar os serviços de saúde, educação e habitação, porque, afirmou, de facto são estes os indicadores que nos permitem qualificar o nível de desenvolvimento de um país.

Fonte: Angop

Foto: Angop

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