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Embaixador Mingas reafirma vantagens
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Embaixador Mingas reafirma vantagens

Embaixador Alfredo Mingas apresentou cartas credenciais ao Presidente Pinto da Costa

Angola está disposta a promover uma cooperação mutuamente vantajosa com São Tomé e Príncipe para o desenvolvimento económico e social conjunto, disse, na sexta-feira, na capital daquele país, o embaixador Alfredo Mingas.
O diplomata angolano, que falava na cerimónia comemorativa do 36º aniversário da independência de Angola, reafirmou que as relações de cooperação entre os dois países são excelentes.
Alfredo Mingas indicou ser preocupação do Governo angolano reforçar e consolidar as relações entre os dois países, promovendo um intercâmbio com base na observância dos princípios do respeito pela soberania e integridade territorial, da igualdade, solidariedade e da não ingerência nos assuntos internos de cada país.
Na cerimónia, que juntou governantes são-tomenses, elementos do corpo diplomático, representantes de partidos políticos, entidades religiosas e representantes de organizações internacionais, o embaixador lembrou que os dois países estão ligados por “laços históricos indestrutíveis, de amizade e de solidariedade, forjados na defesa das causas mais nobres dos respectivos povos na conquista da liberdade e da independência”.
No plano internacional, referiu, Angola continua a ter uma “actuação objectiva na cooperação entre as nações e na preservação da paz, estabilidade e segurança internacionais”.
O embaixador fez uma resenha da trajectória do país, desde o início da luta de libertação nacional à independência, após a qual, frisou, foi obrigado a travar das mais longas guerras em África, cujos reflexos ainda se fazem sentir, mas que, em 2002, os angolano se abraçaram para edificar a paz arquitectada pelo Presidente José Eduardo dos Santos.
O embaixador Alfredo Mingas também referiu alguns objectivos do Executivo angolano, entre os quais salientou a unidade nacional, o desenvolvimento humano, a erradicação da fome e da pobreza, a promoção da competitividade, a eliminação das assimetrias regionais e a construção de uma saciedade democrática e participativa que assegure os direitos, liberdades e garantias.

Fonte: Jornal de Angola

Fotografia: DR

 

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