Atletas reclamam salários em atraso

Atletas do FC de Cabinda não recebem os ordenados desde Setembro último. Fotografia: K. Manuel

Atletas do FC de Cabinda não recebem os ordenados desde Setembro último. Fotografia: K. Manuel
Os jogadores do FC de Cabinda reclamam o pagamento dos salários em atraso, prémios de jogo e dos contratos que os ligaram ao clube durante a recém-terminada época futebolística. A direcção do clube, liderada por José Sita Yezi, tem ainda por pagar os salários de Setembro e Outubro, três prémios de jogo (disputados com o 1º de Agosto, 1º de Maio e Recreativo do Libolo), bem como dos contratos.

Um jogador do FC de Cabinda, que falou sob anonimato ao Jornal dos Desportos, disse que os atletas estão desapontados com a direcção do clube, que nada diz sobre esta questão. A nossa fonte referiu que a direcção do clube prometeu liquidar todos os pendentes antes do último desafio do campeonato, diante do Recreativo do Libolo, disputado em Calulo, o que não se concretizou.

A mesma fonte disse que os jogadores não querem deixar a província de Cabinda sem que a direcção do clube pague tudo que lhes deve. Frisou que os mesmos cumpriram com as suas obrigações e que cabe também a direcção dos “gorilas” do Norte cumprir com o seu dever. “A direcção do clube prometeu reunir com os jogadores há duas semanas para pagar os ordenados em atraso, mas nada está a acontecer.

Estamos à espera do pronunciamento dos responsáveis da agremiação para nos informarem o que se passa na verdade. Os jogadores estão ansiosos por receber os seus salários, prémios de jogo e dos contratos”, disse a nossa fonte, acrescentado que, como o FC de Cabinda não vai competir na “Liguilha”, a direcção do clube deve acelerar o processo de liquidação da dívida que tem com os atletas, para que se apresentem com o moral alto no próximo ano, com vista aos próximos compromissos.

O FC de Cabinda ocupou a 14ª posição do Girabola, com 33 pontos, fruto de sete vitórias, 12 empates e 11 derrotas. Os “gorilas” do Norte marcaram 25 golos e sofreram 30, em igual número de jornadas.

Fonte: JD

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