Programa de fomento agrícola na Huíla beneficia duas mil famílias associadas

Agricultura recebe impulso na Huíla com programa de apoio ao município da Cacula
Agricultura recebe impulso na Huíla com programa de apoio ao município da Cacula

Duas mil e 500 famílias associadas em seis cooperativas e 21 associações de camponeses beneficiam, desde Maio do ano em curso, de um programa de apoio à agricultura no município da Cacula, informou sábado a directora da ADRA – Antena da Huíla e Cunene, Mariana Soma.
Em declarações à Angop, a propósito da implementação de projectos da instituição, a interlocutora disse tratar-se de um projecto a desenvolver por um período de cinco anos, com benefício directo para 600 agricultores daquela circunscrição, no sentido de se melhorar as suas condições de vida.
“Nesta altura o projecto está em curso com trabalhos em torno do diagnóstico organizacional das associações, fortalecimento da relação entre as associações e as instituições do Estado, aquisição dos principais factores de produção previstos no projecto, muitos deles inexistentes no mercado local”, asseverou a fonte.
De acordo com a responsável, a ADRA está a dar passos significativos, pois há um certo aumento da abrangência territorial a nível dos municípios com o desenvolvimento de acções mais focalizadas como o fortalecimento das capacidades de várias organizações nos municípios e a criação de espaços de debates. De igual modo, referiu a directora, está-se no segundo ano de implementação do plano de acção operacional a terminar em Dezembro de 2012, cujo objectivo é trabalhar no alargamento da intervenção ao nível dos municípios onde está inserido (municipalização da intervenção) ao invés de ficar apenas na lógica do projecto.
A ADRA está a terminar com os programas definidos para o ano 2011 e pode-se apontar um balanço positivo, pois concluiu-se com o planificado a 80 por cento e existem projectos a terminar este ano, como é o caso do projecto de verificação do impacto do HIV/Sida na província do Cunene.
Nesta altura já se fez uma avaliação do impacto para se ver o que mudou e provavelmente repensar uma intervenção para os próximos anos, disse Mariana Soma.

 

Fonte: Jornal de Angola

Fotografia: Jornal de Angola

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