Arcebispo elogia trabalho de reconstrução em Malange

rcebispo de Malanje, Dom Luís Maria Onraita
rcebispo de Malanje, Dom Luís Maria Onraita

Prelado visitou Quirima onde disse ter chegado “a hora da renovação”

“Neste último ano muita coisa foi feita e reconheço o trabalho das autoridades que estão empenhadas em renovar, em recuperar as condições de vida do povo.”

O Arcebispo católico de Malange elogiou o trabalho de reconstrução levado a cabo pelo governo na zona de Quirima na província de Malange.

“Neste momento verificamos este movimento novo, realmente o município está a mudar e neste último ano muita coisa foi feita e, reconheço o trabalho das autoridades que estão empenhadas em renovar, em recuperar as condições de vida do povo,” disse o o Arcebispo metropolitano, dom Luís Maria Perez de Onraita

trabalha pela primeira vez na regiao Songo de Malanjemetropolitano, dom Luís Maria Perez de Onraita

Foi a primeira vez em trinta e dois anos que um responsável máximo da Igreja Católica em Malanje regressou ao município de Quirima, 410 quilómetros a sul desta província.

O arcebispo reconheceu que a sua viagem do fim-de-semana ocorreu pela primeira vez não por culpa da missão, mas sim pelo avançado estado de degração das estradas e a falta de pontes.

O prelado que reafirmou a importância da missão de Mussolo para a vida da Igreja Católica nos municípios de Luquembo e Quirima, enalteceu o sofrimento dos filhos de Deus por causa da guerra.

“O município de Quirima foi destruído, muitas pessoas morreram e todos voces lembram aqueles que faleceram e neste momento, nesta primeira eucaristia em Quirima fazemos uma lembraça, uma oração por todos aqueles que morreram nos anos passados,” disse.

Depois de elogiar o governo pela renivação que se faz sentir o arcebispo disse que “também a igreja está a renovar-se em toda parte e aqui também em Quirima chegou a hora da renovação”.

Dom Luís Maria que anunciou melhorias para a capela de Mussolo e a local afirmou que a inacessibilidade não permitia o envio de padres, o que deixava os catequistas a fazer todo o trabalho missionário sozinho e sem os sacrementos da Igreja Católica

 

Por Isaías Soares | Malange

Fonte: Voa

Foto: Voa

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