Amy Winehouse morreu por excesso de álcool, diz polícia

A cantora Amy Winehouse em 2009
A cantora Amy Winehouse em 2009

O laudo final sobre a morte de Amy Winehouse determina que a cantora britânica foi vítima de um consumo excessivo de álcool, depois de um longo período de abstinência. O anúncio foi feito nesta quarta-feira pela perita responsável do inquérito, Suzanne Greenway.

De acordo com Greenway, os peritos encontraram cerca de 416 mg de álcool por decilitro de sangue no corpo da cantora, confirmando a hipótese dos policiais de uma morte acidental. Na verdade, diz a perita Amy consumiu uma grande quantidade de álcool depois de um longo período de abstinência, o que pode provocar uma morte repentina. A polícia encontrou uma taxa de álcool cinco vezes maior do que a permitida no teste do bafômetro.

Quando a morte de Amy foi anunciada, testemunhas indicaram que a cantora não havia bebido uma gota de álcool dans três semanas que antecederam sua morte, no dia 22 de julho. O corpo da cantora foi descoberto pelo seu guarda-costas, Andrew Morris, que a deixou sozinha no quarto durante cinco horas. Segundo a imprensa britânica, a cantora ainda apresentava sinais de vida quando foi encontrada pela polícia, mas acabou morrendo antes que os médicos conseguissem reanimá-la.

No início ele pensou que Amy estava dormindo, mas algum tempo depois, voltou e percebeu que ela não havia, mudado de posição, e preveniu a polícia. As primeiras análises revelaram uma taxa alta de álcool, mas não puderam estabelecer como o excesso de álcool como a causa da morte.

 

Fonte: RFI

Foto: Reuters

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