Vice-ministro cubano elogia relações para fortalecimento do sector cultural

O vice-ministro da Cultura de Cuba, Rafael Bernal, afirmou na quarta-feira, em Luanda, que a relação de amizade entre Angola e Cuba vai permitir o fortalecimento contínuo e progressivo da cooperação e troca de experiências em todos os ramos da cultura nos próximos anos.
Falando à imprensa no final de uma visita efectuada ao Museu Nacional de Antropologia, o vice-ministro da Cultura de Cuba disse que existem diferentes projectos para áreas específicas e que a aprovação e a assinatura de um protocolo constituem os instrumentos de trabalho no sector da Cultura.
“Não queremos que seja apenas um documento, mas queremos dar largos passos no domínio cultural”, referiu o governante.
Por outro lado, manifestou-se seguro de que “a troca de experiências será constante e fortalecida nos próximos anos com as excelentes relações de amizade entre os dois Governos”, salientou Rafael Bernal, tendo acrescentado que a sua visita a Angola teve como objectivo projectar a parceria.
O vice-ministro de Cuba referiu que a visita ao Museu Nacional de Antropologia lhe possibilitou conhecer “a extraordinária riqueza cultural da tradição local, acumulada pelos povos angolanos durante séculos”, considerou. Rafael Bernal visitou as 13 salas do museu, que albergam 12 exposições permanentes e uma temporária, e afirmou que as peças são “tesouros da criação humana” que representam povos africanos. O governante considerou valioso o trabalho de conservação de peças de valor excepcional, por serem testemunhos vivos da história das comunidades, e felicitou a direcção do museu e os técnicos pelo seu profissionalismo.
Acompanhado do vice-ministro da Cultura de Angola, Cornélio Caley, o vice-ministro de Cuba recebeu do director do museu, Américo Kwononoka, explicações acerca dos utensílios expostos nas salas dedicadas à agricultura, metalurgia, pastorícia, cerâmica, apicultura e pesca, utilizados pelos diferentes grupos etnolinguísticos de Angola, antes e durante a colonização.

Fonte: Jornal de Angola

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