Princesa do Mónaco vem da África do Sul

Mónaco prepara-se para celebrar, com cerimónias oficiais e actos de apelo à participação popular, o casamento do príncipe Alberto  com a ex-nadadora sul-africana Charlene Wittstock, que atraiu novamente a atenção da imprensa mundial ao pequeno Principado situado no Sul de França, junto do Mediterrâneo. As duas cerimónias, uma civil, amanhã, e outra religiosa, no dia seguinte, são o ponto alto de cinco anos de namoro.
Para que ninguém perca nenhum detalhe das cerimónias em que Charlene Wittstock será transformada em princesa de Mónaco, serão instalados oito grandes telas: duas delas na Praça do Palácio, uma em frente à catedral e três no “píer Alberto I”.
Desde 1956, ano do casamento do príncipe Rainier e da então actriz norte-americana Grace Kelly, Mónaco espera pela realização de uma grande festa desse porte e, para que os seus cidadãos não percam nada, foi decretado feriado nos dois dias.
No Principado já tremulam as bandeiras oficiais do Mónaco, da África do Sul e a do emblema oficial do casamento. A cidade foi decorada com flores, incluindo a protea, flor nacional sul-africana.
Fontes do Escritório de Turismo monegasco explicaram à agência Efe que, a menos de uma semana do enlace, ainda restavam vagas nos hotéis, mas espera-se que hoje todas as unidades, 90 por cento das quais de quatro estrelas, estejam lotadas. A repercussão turística que o casamento está a ter sobre o Principado não foi quantificada em números precisos, mas, desde o anúncio do noivado, em Junho de 2010, competições realizadas na região, como o Masters Series de Monte Carlo e o Grande Prémio de Fórmula 1, alcançaram vendas históricas de bilhetes.
Estão previstos comboios extras durante toda a noite para facilitar a mobilidade dos que quiserem assistir à cerimónia. A lista total de convidados não foi divulgada, mas entre as personalidades que darão ainda mais brilho ao evento fala-se do costureiro alemão Karl Lagerfeld, director criativo da Casa Chanel, e sua ex-musa, a também desenhista Inés de la Fressange.
Espera-se igualmente a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, do proprietário do grupo de luxo LVMH, Bernard Arnault, de Jean Todt, e do presidente do Comité Olímpico Internacional, Jacques Rogge.

 

 

 

Fonte: Jornal de Angola

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