Paulo Kassoma visita núcleo de apoio da Assembleia Nacional na Huíla

Lubango – O presidente do parlamento angolano, António Paulo Kassoma, visitou hoje (sexta-feira), na cidade do Lubango, o Gabinete de Apoio da Assembleia Nacional na Huíla, local onde laboram os deputados pelo círculo provincial.

Nesta visita, realizada à margem da 29ª sessão do Fórum Parlamentar da SADC, que decorre de 5 a 12 do corrente, António Paulo Kassoma, acompanhado de deputados e de membros do governo provincial, inteirou-se das condições de trabalho e das infra-estruturas do núcleo.

Desde quarta-feira na província, o presidente do Parlamento angolano tomou conhecimento das actividades quotidianas dos deputados e louvou o espírito abnegado dos funcionários e parlamentares, tendo defendido a necessidade de reabilitação das infra-estruturas para conferir maior dignidade.

“Para nós o que interessa mais é a opinião do presidente, que louvou o espírito dos profissionais e deputados”, afirmou o secretário-geral da Assembleia Nacional, Eduardo Benin, que manifestou a sua satisfação pela visita efectuada ao Gabinete de Apoio.

Disse que, em termos de condições laborais, é evidente que não são das melhores e que há um esforço da Secretaria-Geral, em conjunto com o Conselho de Administração da assembleia, para que se possa devolver uma certa dignidade aos locais de trabalho dos deputados, sobretudo em termos de infra-estruturas.

“Temos um plano para reabilitação e possivelmente construção de alguns edifícios. Portanto, o trabalho tem sido desenvolvido sob orientação do Presidente, apoiado pelo Conselho de Administração”, explicou o secretário-geral.

Em relação a Huíla, cujas infra-estruturas estão bastante degradadas, informou que há um plano de reabilitação, numa primeira fase, que vai imediatamente criar condições, na parte dos anexos, para os deputados poderem trabalhar.

Frisou que um concurso público será promovido, devendo ser priorizadas empresas locais.

Informou que está ainda em discussão com o governo provincial, sobretudo as suas estruturas da Cultura, a reabilitação global do edifício, projecto que implica um pouco mais de morosidade porquanto o edifício é património cultural.

“Não podemos ser nós (Assembleia Nacional) a tomar a iniciativa de reabilitação global do edifício”, referiu Eduardo Benin, para quem será um trabalho conjunto com as estruturas do Governo local.

Fonte: Angop

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