Nova escola vai permitir ingresso de mais crianças

A administração municipal de Cabinda investiu 19 milhões de kwanzas na construção de uma escola com três salas, para as populações das aldeias de Prata, Nzalango e Chingundo, adstritas à regedoria de Subantando, nos arredores da cidade capital.
O futuro estabelecimento de ensino, cujas obras foram visitadas recentemente pelo vice-governador para o sector Técnico e Infra-estruturas, Vicente Télica, além das três salas, com capacidade para 150 alunos, divididos em dois turnos (manhã e tarde), vai igualmente contar com uma área para os serviços administrativos.
Ainda na aldeia de Subantando, visitou os dois tanques de água potável de 250 metros cúbicos e 18, instalados no local há décadas e relativamente aos quais se estuda actualmente a possibilidade de reabilitação. Os dois reservatórios inactivos, uma dos quais foi construído no período colonial, também abasteciam água às populações de Bungo Fuana.
A jornada de campo do vice-governador serviu anda para verificar o grau de execução de outros projectos sociais implementados pelo governo da província junto das comunidades da aldeia de Cinto Macanda.
O novo sistema de captação e tratamento de água potável de Cinto Macanda enquadra-se no “Programa água para todos” e vai abastecer perto de 350 pessoas, incluindo os habitantes da aldeia vizinha de São José Ngongo.
Vicente Télica disse, no final da jornada de trabalho, ter constatado um bom andamento dos projectos sociais, enquadrados no programa do Executivo e do governo da província que visa o combate à fome e à pobreza, junto das populações mais vulneráveis.
A pobreza deixará de existir quando os serviços sociais básicos indispensáveis à vida humana forem extensivos às zonas rurais, admitiu o governante, reafirmando que, para mudar o actual quadro, o governo tudo está a fazer no sentido de reabilitar as vias de acesso para permitir a circulação permanente de pessoas e bens, do campo para a cidade e vice-versa.

“O combate à fome e à pobreza deve começar na operacionalidade das vias de acesso, porque é daí que os serviços sociais (energia, água, educação e agricultura) chegam à aldeia”, esclareceu.

Fonte: Jornal de Angola

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