Ministra da Cultura promove incentivos

A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, pediu em Cabinda para que as instituições públicas e privadas promovam incentivos que visam apoiar os escultores e pintores, com vista ao enriquecimento das artes.
Rosa Cruz e Silva fez esta declaração na abertura da exposição BAI Arte, numa das unidades hoteleiras da cidade.
A ministra elogiou a iniciativa da instituição bancária, na promoção e divulgação da cultura nacional, tendo referido que “a cultura de um povo é identificada de várias maneiras onde também se destacam a criatividade dos escultores e pintores que projectam nas suas obras a realidade do país”.
Rosa Cruz e Silva afirmou que a exposição “demonstra a verdadeira realidade de como uma instituição pode aliar-se aos esforços do Executivo no apoio aos criadores das artes”. Rosa Cruz e Silva defendeu a abertura de espaços onde os bens culturais possam estar expostos aos cidadãos, nos centros urbanos e nas periferias “porque são lugares onde as pessoas vêm o alimento da alma”.
A titular da pasta da Cultura elogiou o trabalho dos artistas da região norte do país, pela criatividade, inovação e história que representam. Para a ministra, o crescimento social e económico de um país não pode estar dissociado do desenvolvimento cultural, tendo reafirmado que “os artistas que produziram as peças expostas precisam de um mercado de forma a reactivar o comércio, fonte do crescimento e aumento dos seus rendimentos”.
A vice-governadora de Cabinda para Área Política e Social, Matilde da Lomba, elogiou a realização da exposição Bai Arte na província, pois vai valorizar e incentivar o trabalho dos artistas da região. “Reconhecemos o esforço do Banco Africano de Investimentos, em trazer para Cabinda esta grande exposição, pois a província tem escultores e pintores de enorme talento e potencial”, sublinhou a vice-governadora de Cabinda para Área Política e Social.
“O Governo Provincial vai continuar a apoiar estas actividades e contamos com parceiros para o crescimento da cultura no país”, disse Matilde da Lomba.

Fonte: Jornal de Angola

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