Homens do “exército popular” atacam província petrolífera

A chefe das operações humanitárias da ONU, Valerie Amos, denunciou ontem em comunicado que a insegurança e a falta de acesso permanente estão a criar entraves ao apoio às populações deslocadas em Kordofan do Sul, no Sudão. Homens armados do Exército Popular de Libertação do Sudão (Sul) iniciaram ataques a 5 de Junho no Kordofan do Sul, único Estado petrolífero pertencente ao Norte.
Mais de 70 mil pessoas escaparam das violências e dos combates entre as forças do Sul e o Exército de Cartum.
“Os ataques de civis no Kordofan do Sul, sobretudo os atentados aos direitos humanos e a distinção das pessoas na base de etnia, são repreensíveis”, denunciou Amos.
O governador do estado ordenou aos deslocados para deixarem as instalações da ONU e irem para Kadougli, a capital do Kordofan do Sul, informa o comunicado. Das dez mil pessoas que se encontravam na base da ONU, cerca de 75 por cento, maioritariamente mulheres e crianças, eram deslocadas.

Fonte: Jornal de Angola

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