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Feira agrícola e piscatória no Dondo
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Feira agrícola e piscatória no Dondo

As potencialidades agrícolas da vila do Dondo estiveram em exposição durante a feira organizada naquela localidade

Os expositores presentes na feira de agro-pecuária e pescas do Dondo consideraram o evento uma oportunidade para sair do anonimato no mercado de produtos genuínos, o qual vai promover a confiança nas capacidades dos agricultores locais.
Em declarações à Angop, o agricultor Agostinho Afonso, da fazenda “Boa Sorte”, disse ser uma ocasião ímpar, na medida em que o certame juntou vários agricultores, que representam os produtos essenciais para uma alimentação regrada, sem quaisquer intervenções laboratoriais. Para ele, mais do que uma demonstração, a feira serve de alerta às autoridades governamentais sobre a necessidade do reforço da capacidade de investimento dos agricultores.
“Com o aumento da produção, associado à realização de eventos do género, os agricultores podem cultivar em grandes quantidades e baixar os preços dos principais produtos.
“No seu entender, esta é uma ocasião para o estabelecimento das relações campo-cidade e para ajudar os consumidores a perceberem o quanto é importante o consumo de produtos naturais, contrariamente ao que se assiste noutros meios urbanos, cuja dieta alimentar se baseia no consumo de produtos processados industrialmente.
Agostinho Afonso disse ser uma ocasião para vender sem grandes desperdícios financeiros, evitando os custos de transportação. José de Barros, pescador da comuna de Massangano, acredita que a feira vai levar os consumidores a procurar os produtos, não apenas pelo baixo custo, mas também pela qualidade.
A feira, que se realiza pela terceira vez, enquadra-se nos festejos do aniversário da vila do Dondo, que se assinalou ontem. Nela estão expostos produtos hortícolas, citrinos, pescado de água-doce, galináceos, gado caprino, entre outros.
No recinto, situado na marginal do rio Kwanza, estão também expostos produtos de artesanato, obras literárias de diversos escritores, nacionais e estrangeiros, objectos sanitários, bem como a cerveja EKA.

 

 

Fonte: Jornal de Angola

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