Encomendas do granito negro em baixa

Secretário de Estado da Indústria ao lado do gerente da fábrica Emanha
Secretário de Estado da Indústria ao lado do gerente da fábrica Emanha

A empresa de transformação do granito negro da província da Huíla, Emanha, regista um défice nas encomendas de 50 por cento, afirmou, na segunda-feira, no Lubango, o seu sócio gerente.
Henriques Carriço disse que a produção está em alta, mas que os níveis de encomendas são baixos.
Muitas obras não se fazem por medida e, quando assim acontece, frisou, não se pode produzir sem ter em conta as medidas concretas de cada escada.
Para superar a lacuna, referiu, é importante que os donos de obras de vulto, sobretudo, o Estado, exijam o uso de produtos nacionais.
A empresa, lembrou , já vendeu no estrangeiro, mas devido ao aumento das encomendas, em 2009 e 2010, em Angola, com a construção de estádios nacionais, hotéis e outros empreendimentos que apoiaram o Campeonato Africano das Nações (CAN-Orange), os contactos no exterior do país foram interrompidos. Além disso, declarou, por causa da crise generalizada nos países industrializados não vai ser fácil entrar no mercado internacional. A empresa já esteve em feiras em Espanha e em Itália, onde, garantiu Henrique Carriço, os produtos foram bem aceites. Mas, como o mercado nacional era superior à capacidade de produção, salientou, os contactos já não estão actualizados. O director da Granil Sul, outra empresa de transformação do granito negro, disse que os níveis de produção rondam os 100 por cento e que os preços praticados pela “têm ainda alguma diferença” em relação ao material importado, mas prometeu que, em breve, o problema é resolvido.

 

 

 

Fonte: Jornal de Angola

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