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Caconda precisa de investimentos
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Caconda precisa de investimentos

A produção agrícola é uma das áreas para aplicar os investimentos no município de Caconda localizado na província da Huíla

O vice-governador da Huíla para o sector económico, Sérgio da Cunha Velho, pediu ontem, no município de Caconda, a Norte do Lubango, para os empresários investirem na região, para impulsionar a economia local e melhorar a vida das populações.
Sérgio Cunha Velho defendeu a necessidade urgente dos empresários investirem no município, que é uma potência na agro-pecuária. Sublinhou que as prioridades dos investimentos devem incidir nos sectores da agricultura, pecuária, indústria alimentar, biocombustíveis e infra-estruturas do comércio.
“Os empresários não devem restringir os seus investimentos somente ao Lubango, é importante que façam expansão para o interior da província da Huíla”, apelou Sérgio da Cunha Velho.

 

Cal no Tchivinguiro

A Fábrica do Tchivinguiro, município da Humpata, produziu 200 toneladas de cal hidráulica nos últimos quatro meses, que foram colocadas no mercado da província da Huíla, informou o sócio gerente da runidade fabril, João Teixeira. A produção foi canalizada para empresas de construção civil que actuam no mercado da Huíla.

João Teixeira sublinhou que a procura de cal hidráulica excede os limites da capacidade de produção da fábrica, actualmente fixados em 25 toneladas mensais.
“A unidade tem trabalhado bem, mas a solicitação é maior, atendendo às obras que estão a ser feitas na província”, explicou. Para além de cal, a empresa “Calcários da Huíla” produz fertilizantes e outros produtos industriais destinados ao branqueamento de açúcar, tecidos, siderurgia e para a indústria metalomecânica.Com um investimento avaliado em 2,5 milhões de dólares financiados pelo Banco Africano de Investimento (BAI), a empresa dá trabalho a 50 pessoas.

Infracções comerciais

Departamento Provincial da Huíla do Comércio detectou, durante o primeiro trimestre 72 infracções comerciais, no âmbito do seu programa de inspecção e fiscalização das actividades realizadas nos sectores formal e informal. Segundo o responsável da instituição, Tiago Muchinene, em declarações à Angop, 66 infracções foram detectadas no sector formal e seis no ramo informal, cujas multas aplicadas permitiram arrecadar 672.500 mil kwanzas.
Explicou que as infracções resultaram da falta de tabela de preços, de boletim de sanidade, cartões de identificação e de higiene em estabelecimentos comerciais. Também foi detectada a “alteração anárquica de preços”. Em 2010, a Direcção do Comércio registou mais de 300 infracções, em vários estabelecimentos comerciais.

 

Fonte: Jornal de Angola

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