alancas jogam cartada decisiva

Entrega, determinação e uma férrea vontade de vencer o jogo, de capital importância para as aspirações dos Palancas, são as armas que os jogadores angolanos vão utilizar durante os 90 minutos para vencer o confronto desta tarde com a selecção nacional do Quénia, em duelo da quarta jornada do Grupo J de qualificação para a fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN), que o Gabão e a Guiné Equatorial organizam em Janeiro do próximo ano.
Os angolanos entram no relvado do Estádio Nacional 11 de Novembro, com a obrigação de derrotar os quenianos, para continuarem a sonhar com mais uma presença na maior montra do futebol continental. É, pois, o jogo do tudo ou nada.
Os pupilos do técnico LitoVidigal podem ficar pressionados pela necessidade de vencer, mas vão saber certamente lidar com a pressão, procurando fazer um jogo perfeito frente a um adversário que está perfeitamente ao seu nível.
O seleccionador nacional preparou minuciosamente este jogo, tendo observado e treinado os jogadores que actuam na Europa para lhes dar o entrosamento suficiente e tirar deles o rendimento que pretende. Os Palancas Negras vão ter uma postura ofensiva que abra o caminho aos golos necessários para a construção de um resultado que coloque o país de volta à luta pela qualificação ao CAN’2012.
Pressionados pela necessidade de ganhar, os atletas podem não fazer uma exibição de encher os olhos, mas o que importa é triunfar. LitoVidigal diz que quer brindar os adeptos com um bom espectáculo ao público e desafia-os a esgotarem o Estádio Nacional 11 de Novembro.
Os quenianos sabem das dificuldades que vão enfrentar, mas acreditam que podem contrariar o favoritismo caseiro e conquistar um resultado positivo, na perspectiva de que um empate em casa do adversário é sempre vantajoso nas contas finais.
Apesar de apregoar que vai jogar de igual para igual, o Quénia vai apostar numa postura defensiva, para explorar o contra-ataque, sem descurar o anti jogo.

Porém, cabe aos Palancas Negras obrigar os quenianos a remeterem-se ao seu reduto, marcar cedo e depois gerir ou ampliar a vantagem. A tarefa é gigantesca, mas os atletas vão certamente ter arte e engenho para contornar e vencer os quenianos.

Fonte: Jornal de Angola

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